Tudo bem que é sexta feira 13, de lua cheia, mas cair avião é demais ! ( não se esqueçam que numa coincidencia e combinação raras, no mes que vem, em março, haverá exatamente outra sexta feira como esta, inclusive com lua cheia também !)
Pois é, caiu um avião da Continental Airlines, exemplar empresa norte americana de aviação civil.
Na verdade era um voo operado por uma empresa parceira, com voos reginais dentro dos EUA, a Colgan Air.
Mas vejam como são os fatos, sempre há uma explicação ou indícios das coisas acontecerem como estão acontecendo. Sempre há um fundo economico-financeiro ou mesmo mercadologico nessas tragédias - muitas delas anunciadas - como esta.
Até quando os limites dos interesses economicos vão bater de frente como os interesses de fatores humanos, da vida em sí e respeito aos direitos do cidadão ?
Este avião que se acidentou ( ! ? ) é um modelo bimotor Bombardier Dash8 Q400 , que deve ou deveria ter saído de linha como aqueles antigos Fokker que a TAM usava e tanto se acidentaram pelo mundo afora até a falencia total do fabricante Holandês, lembram?
Provavelmente não. Mas tudo bem. Tudo bem não, vão continuar morrendo pessoas em nome de interesses fisiológicos, economicos e até patrióticos!
Vejam por que. Leiam abaixo um parecer e uma reportagem sobre outros acidentes, até que recentes, com esses mesmos aviões da bombardier...
SAS anuncia que vai deixar de operar aviões Q400 da Bombardier após terceiro acidente em dois meses.
Oct 30 2007, 07:12 AM
SÃO PAULO - A companhia aérea escandinava SAS decidiu assumir custos extra de US$ 47 milhões a US$ 62 milhões neste ano para encerrar as operações com seus aviões modelo Q400, fabricados pela canadense Bombardier. A decisão veio após um acidente ocorrido sábado com um desses aviões em Copenhagen, o terceiro em menos de dois meses.
A preocupação agora é que outros operadores da aeronave decidam seguir os passos da SAS, por terem perdido a confiança no aparelho.
Além disso, há o risco de cancelamento de pedidos, o que afetaria duramente a fabricante canadense, que hoje disputa a terceira posição no ranking de aviação com a brasileira Embraer.
O Dash 8 Q400 da SAS, um bimotor turboélice com capacidade para 78 passageiros, se acidentou quando, ao tocar a pista, seu trem de pouso direito se quebrou. O avião se arrastou pela pista do aeroporto de Copenhagen, que teve de ser fechada para novos pousos. Nos dois acidentes anteriores, nos dias 8 e 12 de setembro, o problema também ocorreu nos trens de pouso. Nesses dois eventos, pelo menos cinco pessoas se feriram sem gravidade."A confiança no Q400 diminuiu consideravelmente e nossos clientes estão cada vez mais duvidosos em escolher voar nesse modelo de avião", disse o executivo-chefe da SAS, Mats Jansson.
Além de interromper o uso dos Q400, a companhia escandinava ainda vai pedir compensações no valor de US$ 78 milhões à fabricante do avião.
A Bombardier afirmou ontem ter ficado "decepcionada" com a decisão da SAS de não utilizar mais seus aviões, "uma vez que o incidente no pouso ainda está sob investigação pelas autoridades dinamarquesas". Segundo a companhia, aparentemente o problema não tem relação com o que foi identificado como causa nos acidentes anteriores com os aviões desse modelo operados pela SAS. Tanto que a companhia emitiu um aviso a todos os operadores (AOM, na sigla em inglês) informando sobre o acidente, mas recomendando que as operações com os aviões fossem mantidas sem alteração.A empresa ainda afirmou que mantém sua confiança no Q400. "Desde que entrou em serviço comercial em fevereiro de 2000, o Q400 se provou um avião seguro e confiável, com mais de 150 unidades em operação com 22 companhias em todo o mundo", afirma em nota. "Até hoje, a frota de Q400 já registrou mais de um milhão de horas de vôo e 1,2 milhão de ciclos de pouso e decolagem", completa.As vendas do Q400 se intensificaram com a alta no petróleo, por se tratar de um avião de baixo consumo de combustíveis - cujos preços aumentaram cerca de 45% apenas neste ano. Na semana passada, a empresa vendeu 12 unidades, por US$ 355 milhões, para a australiana Qantas Airlines, além de outras 10 unidades, por US$ 267 milhões, para um cliente europeu não discriminado. Desde que foi lançado o Q400, a Bombardier já vendeu 264 unidades, e entregou 164 em todo o mundo (até o último dia 31 de julho). No total, a SAS operava, até sábado, 27 unidades do Q400, e havia sido a primeira operadora européia a utilizar o avião. A aeronave era usada em rotas dentro da escandinávia (Suécia, Noruega, Dinamarca e Finlândia) e em rotas internacionais curtas, dentro da Europa. Antes do acidente de sábado e depois da interrupção nas operações com o modelo, a empresa recolocou os aviões em uso entre os dias 4 e 14 deste mês.Além da SAS, outras empresas que utilizam o modelo são a britânica Flybe, com 35 unidades, e a norte-americana Horizon Air, com 33. Também operam o modelo a japonesa Japan Airlines, a austríaca Austrian Airlines e a alemã Augsburg Airways. Segundo a Bombardier, nenhuma companhia brasileira utiliza o avião. (José Sergio Osse Valor Online)
É como diz a reportagem, nenhuma empresa brasileira opera este avião, que bom !
E quanto aos preços do petróleo, estes sobem e descem ( como os aviões ) e no momento há sobra de petroleo no mundo e os preços caíram muito. Não é desculpa !
Esta é mesma bombardier que queria bombardiar ( bombardier, hã,hã,hã !!!) os negocios da embraer pelo mundo, dado ao seu sucesso, acerto e baixos preços e custos operacionais, que acabou até resultando em retaliações do governo canadense (leia-se inglês) contra nosso país, na questão da importação da nossa carne ( lembram-se da vaca louca? ). Esses países tidos de primeiro mundo não sabem mesmo brincar, não é mesmo!?
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